In A intervenção feito na 46ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, a Diretora de Advocacia da Humanists International, Elizabeth O'Casey, observou que se prevê que o encerramento de escolas e as taxas de pobreza mais elevadas causadas pela pandemia aumentem as taxas de casamento infantil e de gravidez na adolescência. Ela também observou que entre 11 e 20 milhões de raparigas em idade de frequentar o ensino secundário estarão fora da escola quando a crise terminar.
Só na África Subsariana, ela disse que “pensa-se que mais de 600,000 mil raparigas adicionais estão em risco de casamento infantil e 542,000 mil em risco de gravidez precoce”.
A declaração incentivou os Estados a garantir que, durante a pandemia, eles: combatam a violência baseada no género e forneçam linhas de apoio e refúgio; tornar a educação remota acessível e acessível a todos; garantir o acesso contínuo a informações e serviços de saúde sexual e reprodutiva; e fornecer apoio direto às famílias vulneráveis.
Ela concluiu: “O ano passado mostrou claramente que nem todas as pessoas sofreram igualmente nesta crise de saúde. Isto é particularmente verdadeiro para as crianças, incluindo todas as muitas meninas que já sofriam discriminação, pobreza, violência e falta de acesso a serviços de saúde reprodutiva.”
A declaração foi feita como parte de um diálogo interativo online com o Representante Especial do Secretário-Geral da ONU para a Violência contra Crianças.
Crédito da imagem: Ayanda Ndamane/ANA/Agência de Notícias da América Latina
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