Em consulta com quatro dos seus membros e associados de África e da Índia, a Humanists International apresentou provas escritas através de um submissão conjunta para a ONU. Os quatro membros e associados que contribuíram para a submissão foram: Advocacy for Alleged Witches (Nigéria); Humanistas Malawi; Centro de Liberdade Uganda; e a Fundação para o Desenvolvimento Social (Índia). Todos eles realizam advocacia a nível nacional para abordar a discriminação e os abusos dos direitos humanos associados às acusações de bruxaria.
Na apresentação, as organizações forneceram uma análise detalhada dos motivadores da acusação de bruxaria e forneceram informações sobre alguns dos principais desafios que dificultam os esforços de ativistas e organizações que trabalham para acabar com a prática prejudicial. Conforme observado no relatório, estes incluem:
Cada uma das organizações afirmou fortemente a importância da educação e dos métodos de ensino centrados em valores seculares, tais como a construção de um temperamento científico, competências de pensamento crítico e raciocínio lógico, como chave para superar algumas das causas profundas das acusações de bruxaria.
O processo de submissão conjunta foi feita em resposta a uma ligue para contribuir a um relatório actualmente a ser elaborado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos sobre violações dos direitos humanos enraizadas em acusações de bruxaria. O relatório foi um dos resultados da resolução sobre as violações dos direitos humanos relacionadas com a bruxaria – a primeira do género – que foi adotado pelo Conselho de Direitos Humanos em julho de 2021, na sua 47.ª sessão. A Humanists International fez lobby a favor da resolução na época.
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