A declaração, proferido pela Diretora de Advocacia da Humanists International, Elizabeth O'Casey, alertou para o aumento da influência política de extrema direita e a promoção de ideologias baseadas no nacionalismo e na supremacia religiosa e etno-nacional.
Foi feita no contexto de um debate sobre a Declaração da ONU de Durban no combate ao racismo, à discriminação racial, à xenofobia e à intolerância conexa.
Na sua declaração, O'Casey destacou o facto de que em toda a Europa existem partidos no poder com raízes nazis e neofascistas. Ela também destacou que “há líderes políticos, incluindo representantes do governo, que subscrevem abertamente o grande teoria da substituição ou aviso de 'substituição étnica' ou a nação se tornando 'mestiço.' Outros, (por exemplo em Áustria, Bélgica, Finlândia, France, Alemanha, Espanha e Suécia), disse ela, foram associados ao neonazismo ou expressaram opiniões abertamente racistas.
A declaração também destacou a crescente “normalização” das políticas de extrema direita dentro do mainstream, alimentando a discriminação baseada em bodes expiatórios xenófobos e racistas. Observou que, meios de comunicação social e plataformas alternativas são amplamente usados para “hackear a atenção” com campanhas de ódio e medo e desinformação.
A declaração encerrou observando que a Declaração de Durban da ONU fala da importância de lembrar a história para evitar tragédias futuras e disse:
"Senhor. Presidente, já trilhamos este caminho antes e conhecemos os perigos de ficar parados enquanto o etno-nacionalismo e as ideologias supremacistas se infiltram numa aceitação mais ampla. Um mundo onde o que antes provocava horror e indignação se torna algo que é visto como norma.”
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