O processo de afirmação foi proferido por Ingye Dominic Dooyum da Advocacy for Alleged Witches, um associado da Humanists International. Dominic Dooyum fez a declaração por vídeo durante a adoção da UPR* da Nigéria na 56ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
As organizações saudaram a aceitação pela Nigéria de várias recomendações da RPU relacionadas com a abordagem da discriminação, violência e práticas tradicionais prejudiciais. A declaração apelava ao governo da Nigéria para implementar as recomendações aceites da RPU, “promulgando legislação para proibir a caça às bruxas e garantir que os perpetradores de [tal] violência sejam responsabilizados”. A declaração instou o governo a colaborar com organizações de direitos humanos na Nigéria.
O trabalho da Advocacia para Supostas Bruxas foi recentemente realçado depois de a organização ter recebido uma subvenção de desenvolvimento da Humanists International para abordar violações dos direitos humanos e proteger os direitos de alegadas bruxas em toda a Nigéria.
Também segue um submissão conjunta feitos por vários membros e associados da Humanists International à ONU. Esta apresentação foi coordenada pela Humanists International e destacou os abusos relacionados com a bruxaria na Nigéria, Malawi, Uganda e Índia, ao Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
*A Revisão Periódica Universal (RPU) é um processo da ONU que envolve uma revisão periódica dos registos de direitos humanos de todos os 193 Estados-Membros da ONU, entre si. É um mecanismo único de direitos humanos, na medida em que aborda todos os países e todos os direitos humanos. O Grupo de Trabalho sobre a RPU, composto pelos 47 Estados-Membros do Conselho dos Direitos Humanos e presidido pelo Presidente do Conselho dos Direitos Humanos, realiza análises dos países. Humanistas Internacionais apoia seus membros em envolvimento com o processo.
Foto em destaque por Emmanuel Ikwuegbu on Unsplash
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