Falando no Diálogo Interativo com a Relatora Especial sobre Direitos Culturais, Professora Alexandra Xanthaki, Leon Langdon, Oficial de Advocacia da Humanists International, agradeceu à Relatora Especial por sua Relatório sobre a questão emergente do patrimônio cultural digital, notando sua relevância vital no contexto do avanço tecnológico. Ele enfatizou a importância de encorajar tanto atores estatais quanto não estatais a abordar seu trabalho com a estrutura internacional de direitos humanos na vanguarda.
O processo de afirmação acolheu com satisfação o foco do Relator Especial na liberdade de expressão, acesso aberto e propriedade comunitária do patrimônio cultural digital, enfatizando que o patrimônio cultural desempenha um papel crucial na formação da identidade e memória coletivas. Ele destacou que o patrimônio cultural digital, como uma ferramenta educacional, pode ajudar a combater a intolerância e o ódio ao enfatizar experiências humanas compartilhadas. No entanto, ele alertou que a digitalização do patrimônio cultural não deve resultar no apagamento ou opressão de certas identidades, particularmente quando as narrativas são controladas por atores poderosos.
Por fim, a Humanists International lembrou ao Conselho que o colonialismo continua a afetar a propriedade do patrimônio cultural. Ele ressaltou o potencial do patrimônio cultural digital para abordar injustiças passadas e melhorar a preservação dos direitos culturais.
A Humanists International tem trabalhado de perto na questão dos direitos culturais por muitos anos. No ano passado, a Relatora Especial citou a organização em seu Relatório sobre o direito à ciência. A Humanists International também é apenas uma das 424 organizações credenciadas pela UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
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